As Rosas um dia foram brancas, assim como a pureza da infância.
Dos corações partidos nasceu a ilusão, e a lágrima as fez amarelas.
Do sangue que aprendemos a derramar, elas ficaram vermelhas.
A escuridão da pureza perdida transformou-as em negras.
Cada Rosa que nasce representa algo, assim como nós. Aprendemos com o tempo que a negra tem sua importância assim como a branca para seu equilíbrio. Aprendemos que o sangue tem que ser derramado para que possamos conseguir algo. Sonhos não se concretizarão em função de outros.
A vida é um curso de “equilíbrio eterno”, pelo menos é assim que são as coisas. O dia e a noite, o amor e o ódio... Mas será que o equilíbrio é realmente necessário ou simplesmente uma fuga para explicar as insanidades da nossa existência?