No começo de cada lição
Ao fim de cada estação
Com desejos aflorados
Somos aprisionados
O espelho das vaidades
Ao qual somos crucificados
No começo de cada dia
Ao fim de cada noite
Com sentimentos enterrados
Somos aprisionados
O reflexo que nos mostra quem não somos
As máscaras do dia-a-dia
Ao qual nos obrigamos a usar
E não podemos tirar, com medo de não sonhar
Um mero voo solitário pelo desejo
Aprisionado pelo próprio coração