Serenata incandescente num ar sombrio
Trovão que lampeja a nota mais aguda
Queria estar em suas curvas
E poder dizer que você é a única
Mas o meu toque é como uma rubrica
Tem uma marca e uma leveza
Mesmo te amando,
toco-te a pele com apreço
Dimensão perdida, e incompleta
A criança que não nasceu para o mundo,
Perdida novamente no útero materno
Singelo toque de pureza, rejeitado pela consciência
Do “ser” completo e puro, que perdeu a inocência
Num antro de demência, no mundo que ele aceitou.